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Perguntas frequentes
Todos os casos de câncer da pele devem ser diagnosticados e tratados
precocemente, inclusive os de baixa letalidade, que podem provocar lesões
mutilantes ou desfigurantes em áreas expostas do corpo, causando
sofrimento aos pacientes. Felizmente, há diversas opções terapêuticas para
o tratamento do câncer da pele não-melanoma.
O câncer da pele pode se assemelhar a pintas, eczemas ou outras lesões
benignas. Assim, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existem
pintas, faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade.
- Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida,
avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que
sangra facilmente;
- Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular
nas bordas e cresce de tamanho;
- Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer
apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.
Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação
UV são as melhores estratégias para os tumores cutâneos.
Fotoproteção: a exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito
cumulativo. Ela penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar
diversas alterações, como o bronzeamento e o surgimento de pintas,
sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso
também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou cancerosos,
como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. A
maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso
todo cuidado é pouco.
Medidas de proteção:
Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares.
Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de
manga comprida, calças e um chapéu de abas largas.
Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas
(horário de verão).
Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que
absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma
barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou de
diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e
tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto
a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o
produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar
antes de sair para o almoço.
Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas
suspeitas.
Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser
usados a partir dos seis meses.
Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame
completo.
O produto deve ser aplicado ainda em casa, e reaplicado ao longo do dia a cada 2 horas, se houver muita transpiração ou exposição solar prolongada. É necessário aplicar uma boa quantidade do produto, equivalente a uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres
de sopa para o corpo, uniformemente, de modo a não deixar nenhuma área desprotegida. O filtro solar deve ser usado diariamente, mesmo quando o dia estiver frio ou nublado, pois a radiação UV atravessa as nuvens.
É importante lembrar que usar apenas filtro solar não basta; é preciso complementar as estratégias de fotoproteção com outros mecanismos,como roupas, chapéus e óculos apropriados. é importante avaliar com oprofissional a indicação do produto mais adequado para você e sua rotina.
A modalidade escolhida varia conforme o tipo, local acometido e a extensão da doença. As opções mais recomendadas são: cirurgia convencional e cirurgia micrográfica. Além das modalidades cirúrgicas; a radioterapia, a quimioterapia, a imunoterapia e as medicações orais e tópicas são outras opções de tratamentos para casos selecionados de câncer de pele.
O mais importante é que o paciente conheça todas as opções com suas
vantagens e desvantagens e possa decidir em conjunto com seu dermatologista especializado em câncer da pele.
A cirurgia micrográfica é, atualmente, o método com a maior taxa de cura. Durante o
procedimento a lesão é removida, preparada e examinada no
microscópio pelo mesmo profissional até que não restem células
tumorais. Isso permite que o cirurgião micrográfico tenha certeza da
remoção completa do tumor preservando o máximo a pele saudável,
propiciando uma menor cicatriz e, consequentemente, melhor resultado estético e
funcional. A técnica consiste na avaliação de 100% das margens
cirúrgicas, ao contrário da avaliação convencional em que
menos de 1% das margens são avaliadas.
A cirurgia convencional é indicada para boa parte dos carcinomas
basocelulares, geralmente localizadas no tronco e membros.
Também pode ser realizada no rosto, mas implica na remoção de
mais pele ao redor do tumor (“margem de segurança”).
- Tumores no rosto, principalmente ao redor dos olhos, boca, nariz e
orelhas.
- Lesões com limites mal definidos.
- Subtipo histológico agressivo (ex: infiltrativo, micronodular).
- Tumores que já foram operados uma vez e retornaram.
- Tumores que não foram removidos por completo
- Quando o paciente deseja a retirada segura com uma máxima
preservação de tecido.
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